Ele mantém a cabeça ocupada, como se assim evitasse a doença do amor. Para não pensar no que já lhe tomou todo o corpo. E assim se divide em dois. Dois ou mais. Nunca está inteiro. Nunca está. Como se já se tivesse ido também. Mas há uma dor em suportar sua própria ausência. O que lhe parecia remédio agora dói. E não cura
domingo, 27 de dezembro de 2009
Ausência.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
De Manuh
Se és liberto, amor.
Liberta-me pois, também.
Tira do meu peito a dor.
Faz-me, enfim, o bem.
para Jéssica
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
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